A diferença entre “seu” e “teu” Março 31, 2008
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Realmente, a nossa Língua Portuguesa tem pequenos detalhes que podem fazer toda a diferença em uma conversa. Vejam este e-mail que recebi com esta história.
O Diretor Geral de um Banco, estava preocupado com um jovem e brilhante
Diretor, que depois de ter trabalhado durante algum tempo com ele, sem
parar nem para almoçar, começou a ausentar-se ao meio-dia.
Então o Diretor Geral do Banco, chamou um detetive e disse-lhe:
- Siga o Diretor Lopes durante uma semana, durante o horário de almoço.
O detetive, após cumprir o que lhe havia sido pedido, voltou e informou:
- O Diretor Lopes sai normalmente ao meio-dia, pega o seu carro, vai à
sua casa almoçar, faz amor com a sua mulher, fuma um dos seus excelentes
cubanos e regressa ao trabalho.
Responde o Diretor Geral:
- Ah, bom, antes assim. Não há nada de mau nisso.
Logo em seguida o detetive:
- Desculpe. Vou retificar .
- Sim, claro! respondeu o Diretor surpreendido!
- Bom então vou repetir: O Diretor Lopes sai normalmente ao meio-dia,
pega o teu carro, vai à tua casa almoçar, faz amor com a tua mulher,
fuma um dos teus excelentes cubanos e regressa ao trabalho… … …
A língua portuguesa não é mesmo fascinante???!!!!
Janeiro e Fevereiro no Balela.com Fevereiro 14, 2008
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Caros leitores e parceiros
Estou passando os links de minhas colunas publicadas em
Janeiro e Fevereiro no site de arte e cultura Balela.com Boa leitura e diversão a todos
JANEIRO

Fevereiro

Mário Quintana por Mário Quintana Janeiro 25, 2008
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Recebi esta via e-mail que foi feita por ocasião do centenário de Mário Quintana em 2006. Aqui tem uma pequena coletânea de frases e versos do autor.MARIO QUINTANA POR MARIO QUINTANA
( texto escrito pelo poeta para a revista Isto É de 14/11/1984 )
Nasci em Alegrete, em 30 de julho de 1906. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão.
Ah! mas o que querem são detalhes, cruezas, fofocas…
Aí vai! Estou com 78 anos, mas sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a Eternidade.
Nasci no rigor do inverno, temperatura: 1grau; e ainda por cima prematuramente, o que me deixava meio complexado, pois achava que não astava pronto. Até que um dia descobri que alguém tão completo como Winston Churchill nascera prematuro - o mesmo tendo acontecido a sir Isaac Newton! Excusez du peu…
Prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou modesto. Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura.
Frases de Mário Quintana
Quem não compreende um olhar
tampouco compreenderá uma longa explicação.
Não importa saber se a gente acredita em Deus:
o importante é saber se Deus acredita na gente…
O despertador é um acidente de tráfego de sono..
O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.
Todos esses que aí estão
atravancando meu caminho,
eles passarão…
eu passarinho!
Esta vida é uma estranha hospedaria,
De onde se parte quase sempre às tontas,
Pois nunca as nossas malas estão prontas,
E a nossa conta nunca está em dia.
Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem.
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também…
O tempo é a insônia da eternidade.
A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe.
O segredo é não correr atrás das borboletas…
É cuidar do jardim para que elas venham até você.
Bilhete
Se tu me amas,
ama-me baixinho.
Não o grites de cima
dos telhados,
deixa em paz os passarinhos.
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho,
amada,
que a vida é breve,
e o amor
mais breve ainda.
Sempre me senti isolado nessas reuniões sociais:
o excesso de gente impede de ver as pessoas…
A vida “quase” cor-de-rosa de Edith Piaf Novembro 12, 2007
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Leia minha coluna deste mês sobre o filme de Olivier Dahan

Edith Giovanna Gassion ou simplesmente Edith Piaf – um dos maiores ícones da canção francesa - nasceu em 19 de Dezembro de 1915 em Belleville, um bairro de imigrantes da capital francesa.. Filha de artistas (sua mãe cantava nas ruas de Paris e seu pai era contorcionista de circo), teve uma infância conturbada. Foi abandonada pela mãe e seu pai a levou para ser criada por sua avó paterna em um bordel, o que fez com que tivesse contato com prostitutas e seus clientes, o que ocasionou um profundo impacto em sua personalidade e visão sobre a vida.. Em 1929, seu pai retorna da guerra e a leva consigo para trabalhar no circo.
Piaf passou por sérios problemas de saúde durante a infância. Aos 8 anos, perdeu temporariamente a visão por conta de uma ceratite e também sofria de raquitismo.A pobreza ,os maus tratos e a vida difícil que teve não a impediram de lutar por sua sobrevivência. Aos 17 anos, já cantava nas ruas de Paris, quando em 1935 conhece Louis Leplée, dono do cabaré Le Gerny’s situado na avenida Champs Élysées em Paris. Foi ele quem a iniciou na carreira artística dando-lhe o nome de “La Môme” e depois “Piaf” que significa pequeno pardal na gíria francesa:daí por diante, Edith Paif começa a despontar para o estrelato em uma carreira brilhante de muito sucesso.
O trabalho e a voz de Edith Piaf eram reverenciados no mundo todo, de Charles Chaplin a Marlene Dietrich, mas sua vida pessoal era ainda rodeada de problemas, muitos, trazidos da infância e cheia de desilusões, porém com muitas paixões.

Muitos livros e filmes foram feitos a respeito de sua vida e carreira como Edith et Marcel (1983) de Claude Lelouch, mas nada se compara ao impactante filme de Olivier Dahan que estreou este ano nos cinemas do mundo todo ( aqui no Brasil, com o título de “Piaf – Um Hino ao Amor”).
O filme conta a vida e carreira da cantora francesa lançando mão do tempo psicológico com riqueza de detalhes e excelente pesquisa sobre os fatos. O diretor usou de muita sensibilidade e sutileza ao contar alguns fatos marcantes de Piaf como a dependência química (o alcolismo e as drogas) ,despertando a percepção do espectador. A “Piaf” de Dahan é frágil e ao mesmo tempo tem personalidade forte. A atriz Marion Cotillard a representa com a grandiosidade e a magnitude de uma cantora que, apesar de sua baixa estatura, crescia nos palcos com sua grande voz. Marion Cotillard interpreta fielmente os gestos de Piaf enquanto “dubla” sua voz já que a voz de Piaf é incomparável – um grande acerto por parte do diretor.
A linguagem usada por Dahan nos diálogos ,nas imagens e na maneira de como a história é contada , faz com o público sofra, ria e chore com Piaf. A trilha sonora é muito rica e tão sensível quanto o roteiro do filme – uma parte das músicas foi remasterizada dos originais de Piaf, há também músicas instrumentais compostas especialmente para o filme e gravações de algumas canções do início de carreira da cantora interpretadas por Jill Aigrot.
O filme mostra que, apesar da genialidade e do sucesso que ela obteve, a falta de estrutura de vida e da consolidação dos valores, principalmente durante a infância, são responsáveis pela sua auto-destruição que leva à sua morte prematura (Piaf morreu em 10 de Outubro de 1963 ,aos 48 anos)
É praticamnete impossível sair do cinema sem sentir-se envolvido pela emoção do enredo.
“Piaf – Um Hino ao Amor” é uma delicado homenagem feita por Olivier Dahan aos 44 anos de morte de Edith Piaf – praticamente uma obra de arte.
A magia de Jacques Tati Outubro 10, 2007
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Jacques Tati (Tatischeff) é sem dúvida um dos grandes nomes do cinema francês que deixou uma marca peculiar em seus filmes – a arte de fazer críticas à sociedade moderna de forma singela, usando a pantomima e a magia das cores e dos sons.
Tati começou sua carreira no cinema em 1932 com Oscar, champion de tennis, curta metragem em que ele mesmo desenhou os cenários e também é ator mas a direção de fotografia foi de Jack Forrester. No ano seguinte, Jacques Tati, , começou seu trabalho de desenhista em pantomimas esportivas já que o rugby era seu esporte favorito na adolescência.
Um dos filmes de destaque é o divertido Mon Oncle, que foi remasterizado e reexibido nas telas de cinema em 1999 e recebeu uma versão em DVD .Neste filme,Tati interprete seu personagem M Hulot. que se parece muito com Charlie Chaplin por serem atores e realizadores O personagem de M. Hulot, assim como Carlitos, usa a mesma roupa durante seus filmes – um chapéu, um sobretudo, um cachimbo e um guarda-chuva.
O personagem de Tati apareceu pela primeira vez em Les Vacances de M Hulot e depois em Mon Oncle, ambos em 1953 com a característica de ser um personagem que faz muitas bobagens no mundo moderno já que ele vive no mundo antigo.
Ele tenta consertar as besteiras que os outros fazem, mas sempre as agrava.Ele é pobre, gentil, possui bom caráter, além de ter um espírito singelo e de ser muito carismático
Jacques Tati gosta do exagero, seus personagens são como caricaturas como os personagens de La Fontaine ou de Molière.
Mon Oncle – o filme.

Tati estabelece em Mon Oncle uma crítica ao culto à modernidade tecnológica já que surgiu na década de 50. O título faz referência ao único membro da família que não se encaixa nessa mentalidade da família Arpel: o simpático tio Hulot, interpretado pelo próprio Tati. Hulot, solteirão e desempregado, passa a ser admirado por seu sobrinho Gérard justamente por estar fora dos padrões impostos pela sociedade. E isso provoca, no decorrer da trama, uma crise de ciúmes em Charles, pai de Gérard.
Tio Hulot faz o contraponto da casa moderna da família Arpel: ele vive numa confusa periferia em que a ordem é estabelecida pelos próprios moradores. Sempre que Hulot vai visitar a irmã, atravessa as ruínas de um muro que representa a ruptura da cidade tradicional com a cidade moderna criando situações antagônicas. De um lado, uma família em que a formalidade era levada aos extremos até o estado de monotonia . Do outro lado a alegria de viver, mesmo com dificuldades. A ordem contra a desordem, modernidade contra o tradicional. Ao mesmo tempo, Tati coloca em questão os novos conceitos estéticos emergentes na Europa da década de 50.
O filme satiriza a interferência provocada pelas inovações tecnológicas dentro de uma casa - levadas a um caso extremo em situações exageradas, muitas vezes gerando um caos - no cotidiano das pessoas. Na casa da família Arpel, a cozinha tem o que havia de mais moderno na época, o portão principal abre sozinho e o design dos móveis é arrojado e desconfortável, muitas vezes dando a impressão de um ambiente frio e vazio, deve-se atentar para o fato de que o quarto do casal nunca é mostrado, o que ressalta ainda mais o caráter estético e a preocupação com o status que a família estabelece.
Na realidade, a disposição da arquitetura e dos móveis dita as regras da família. As lajotas indicam onde se deve pisar, a mesa com guarda-sol mostra onde se deve almoçar, e onde se deve tomar o café após o almoço. “A casa vigia” e parece ter olhos, arquitetonicamente desenhados por duas janelas redondas no quarto do casal Arpel.
O barulho do abre e fecha dos aparelhos “modernos” é tamanho que faz a casa parecer uma verdadeira fábrica, o que é explícito no clímax do filme, numa cena em que o próprio casal não consegue manter uma conversa por causa dos ruídos dos equipamentos. A relação em família se torna fria - e vazia - como a própria casa onde moram.
A modernidade é admirada pela família Arpel também fora da casa. Charles, o sr. Arpel, é dono de uma fábrica de plásticos. Nela, fica também evidenciada outra crítica apontada por Jacques Tati: a da nova sociedade industrial. O trabalho maçante e repetitivo dos funcionários, que dão ênfase às atividades somente aos olhos do patrão.
Todas as vezes que a campainha da casa da família Arpel é apertada, o chafariz em formato de peixe, disposto no meio de um geométrico jardim, é acionado. A fonte é desligada de acordo com a importância da visita.
Tati (1908-1982) deixou a marca de um cineasta que colocou na tela um mundo de sonho e fantasia e que encanta até hoje os espectadores com seu humor informal, a sensibilidade e o carisma de seus personagens para as platéias sedentas por esse mundo mágico.
Dez coisas que levei anos para aprender Agosto 16, 2007
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| Memsagem que recebi via e-mail
Não sei se é realmente do Veríssimo ou se é um apócrifo mas achei muito interessante e tem lá seu fundo de verdade Dez coisas que levei anos para aprender (Luís Fernando Veríssimo) 1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção. Nunca falha). 2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. 3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. 4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. 5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida. 6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite. 7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria “reuniões”. 8. Há uma linha muito tênue entre “hobby” e “doença mental”. 9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. ( A melhor de todas). 10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. |
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Folhetim Eletrônico - Blog Novelas Agosto 15, 2007
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A definição de Cibercultura segundo a enciclopédia virtual Wikipédia é a seguinte: “A cibercultura estuda as relações sociais e a formação de comunidades em ambientes de rede, que estão sendo ampliadas frente a popularização da Internet e de outras tecnologias que possibilitam a interação entre pessoas. Ela se interessa pela dinâmica política e filosófica dos assuntos vividos por seres humanos em rede bem como na emergência de novas formas de comportamento e expressão”.Diante deste conceito, podemos entender como a convergência das mídias renova se com ferramentas e recursos para oferecer mais opções de formatos e assim mudar a maneira de comunicação, comportamento e exigências dos internautas.?>?>?>?>?>?>?>?>?>?>?>?>?>
Como todos sabem, a internet tem de tudo e permite de tudo. E na área da literatura, cinema e dramaturgia não é diferente. Com a revolução dos blogs que permite incorporar outras mídias como vídeos, músicas em mp3 e fotos, ficou muito mais fácil desenvolver outros formatos interessantes como a Blog Novela.Mas o que é isso então? Como funciona?
Tomando como ponto de partida um simples blog, roteiristas, cineastas, videomakers e tudo mais expõem suas idéias de maneiras diferentes a Blog Novela pode ser simplesmente escrita como nos folhetins antigos que eram publicados nos jornais capítulo a capítulo ou com uso de multimídia com vídeos de até 2 minutos postados no portal de vídeos You Tube.
É claro que aquela história de uma câmera na mão e uma idéia na cabeça é a mola propulsora de tudo mas a esta frase podemos complementar com:” …um mouse e um bom software de edição de vídeos digitais como o simples Movie Maker, o Premier da Adobe entre outros”.Os filmes em geral têm uma produção de qualidade razoável para ótima mas sempre com roteiros muito criativos que saem totalmente da linha de clichês das novelas convencionais da telinha e tentam atingir um novo público ávido por novas e intrigantes aventuras
Em 2005, um concurso promovido pelo canal Deutsche Welle World para eleger o blog mais criativo teve como ganhador a Blog Novela Argentina “Mais respeito que sou tua mãe” que conta a história da dona de casa Mirta que se divide entre seus afazeres domésticos e seu computador onde conta o cotidiano dos membros de sua família. A expontaneidade da narrativa chamou imediatamente a atenção do júri. A criação é do jornalista e escritor argentino Hernán Casciar e segundo ele: “Eu espero de fato que as pessoas finalmente reconheçam o potencial criativo dos blogs e criem algo de novo. Atualmente, 80% dos blogueiros escrevem exclusivamente sobre si mesmos ou sobre blogs. Infelizmente, muitos blogueiros não tiram os olhos do próprio umbigo” (Deutsche Welle World)
No Brasil, há alguns sites de Blog Novelas feitos por produtoras de boa qualidade de roteiro e filmagem de baixo orçamento.É o caso da novela A Casa Caiu que, segundo o próprio site: “A Casa Caiu” foi a primeira experiência da Fundamental Vídeo-Conteúdo de produção exclusiva para a Web. Gravada em um dia, custou apenas R$ 500,00. A Espalhe foi parceira no projeto de sua concepção à criação do blog e viralização.”Sim, eles dizem “viralização” em relação a hospedagem dos vídeos de todos os capítulos da trama policial no site You Tube. Os vídeos também têm cerca de 2 minutos cada e parte da narrativa é introduzida por escrito.
Outro bom exemplo de Blog Novela a baixo custo mas totalmente caseira O Livro da Amizade.Os capítulos estão hospedados no site Videolog Uol. O roteiro, vinhetas e personagens é totalmente criado pelo autor e já está na segunda temporada. A novela fez tanto sucesso que já tem algumas comunidades dedicadas a ela, trilha sonora especial da banda 7Cities. Também é possível ouvir a trilha sonora do Livro da Amizade
No Portal Ig tem a Blog Novela De que lado você está que já tem uma produção bem mais sofisticada e roteiro bastante elaborado com uma trama intrigante em que dois personagens têm suas personalidades trocadas de forma não explicada e terão de conviver e ajeitar suas vidas em função destas mudanças (leia sinopse completa). Além de ter mais personagens e produção digital com alta qualidade, os internautas podem contribuir mandando sugestões de roteiros para os próximos capitulos e também expôr suas teorias e conspirações a respeito do assunto.A blog novela também tem vídeos de 2 minutos (que podem ser vistos e baixados) e é a mais recente de todas.
Fica claro então que além de atingir um novo público que gosta de novidades e de interatividade, a Blog Novela é indiscutivelmente um novo formato que veio para somar como ferramenta de cibercultura, além de ser o celeiro de grandes oportunidades para desconhecidos e talentosos artistas, roteiristas e cineastas mostrarem seus trabalhos e de ousarem no novo cenário da dramaturgia.<p
A Web 2.0 e a arte contemporânea Julho 29, 2007
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Crônica: Triàngulo Amoroso Junho 16, 2007
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Leia a crônica inteligente de Antonio Brasil
Num triângulo retângulo, a hipotenusa, vaidosa e volúvel, passou a não dar mais atenção aos catetos. Menosprezava-os e dizia repetidamente que os iria deixar: que estava farta daquela situação monótona e sem perspectivas, e que iria buscar outras geometrias e aproveitar melhor seus atributos lineares em outras dimensões.
E começou a flertar com todo e qualquer segmento de reta que cruzasse seu traçado, esquecendo-se da relação fiel que deveria manter com os amigos catetos.
E como fazê-la entender que eles eram a sua definição, sua razão de ser? E ela, a deles; era-lhes a essência: sem ela perderiam a identidade de catetos.
Mas qual! A vaidosa hipotenusa foi em frente e se aventurou em flertes com polígonos de segmentos vigorosos, trapézios de linhas musculosas, que faziam a tolinha suspirar, entregue a vórtices (e vértices) de acendida paixão. Enlevada, ela não se dava conta de que polígonos também têm lá suas bissetrizes e diagonais (ciumentas), e de que os trapézios geralmente não se relacionam com “elementos estranhos à família dos paralelogramos”. Sem falarmos de um certo polígono que a nossa aventureira “deu em cima”, sem saber que ele era comprometido com uma dominadora circunferência na qual estava irremediavelmente inscrito.
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O pobre cateto menor, o mais queixoso, desabafava ao maior: “Vê a ingrata! Nos deixar na mísera condição de semi-retas… Não temos um ponto onde terminar nosso traçado… Isso não lhe traz certa inquietação? Ah! Se, pelo menos, nos separássemos e cada qual seguisse suas tendências!… Por esses planos por aí deve haver muita circunferência desiludida, carente de um diâmetro que a sustente nos eixos! Poderíamos formar outras parcerias, meu amigo…”
E se lamuriava com o companheiro todo dia… Até que um desses, inopinadamente a hipotenusa voltou. Cansada de tanta busca e por não caber em nenhuma outra forma, envergonhada resolvera procurar pelos dois ex-catetos, ora semi-réticos… E abriu-lhes o coração, propondo voltar à forma antiga. De novo comporiam aquele harmonioso (se bem que escaleno) triângulo que tanto tinha dado certo…
Os dois, ante essa proposta, reservadamente confabularam e, embora a achassem um pouco gorda e além das medidas, resolveram que lhe iriam dar nova chance. Afinal – pensavam – ruim com ela, pior sem ela! (na verdade não sabiam fazer mais nada na vida a não ser “ser cateto”). E lhe deram o espaço que pedia.
Ela, feliz, se enquadrou e o triângulo de novo se formou (para alívio do cateto menor…).
E viviam, assim, uma vidinha calculada e metódica, quando um dia foram notados por um jovem sábio que estava se iniciando nos cálculos. Um tal de Pitágoras…
Coisas da modernidade Maio 23, 2007
Posted by milenecristina in crônica.add a comment
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A modernidade realmente mudou nossos hábitos - alguns saudáveus, outros nem tanto. Veja este texto que me foi enviado
Coloquei no blog pois um dos novos hábitos é ler feeds dos blogs juntamente com as notícias de outros jornais. Aliás, tem blogs que têm matérias bem interessantes e incomuns.
VOCÊ SABE QUE ESTÁ VIVENDO EM 2007 QUANDO…
1. Você acidentalmente tecla sua senha no microondas.
2. Há anos não joga paciência com cartas de papel.
3. Você tem uma lista de 15 números de telefone para falar com sua
família de 3 pessoas.
4. Você envia e-mail para a pessoa que trabalha na mesa ao lado da
sua.
5. A razão porque você não fala há tempos com muitos de sua família é
desconhecer seus endereços eletrônicos.
6. Você usa o celular na garagem de casa para pedir a alguém que o
ajude a desembarcar as compras.
7. Todo comercial de TV tem um site indicado na parte inferior da
tela.
8. Esquecendo seu celular em casa, coisa que você não tinha há 20 ou
30 anos, você fica apavorado e volta buscá-lo.
10. Você levanta pela manhã e liga o computador antes de tomar o café.
11. Você vira a cabeça de lado para sorrir
12. Você está lendo esta lista e está concordando com a cabeça e
sorrindo.
13. Você já sabe exatamente para quem enviará esta mensagem.
14. Você está tão interessado na leitura que nem reparou que a lista
não tem o número 9.
15. Você retornou a lista para verificar se é verdade que falta o
número 9. (rsrs)
E por fim o número 16: Seu coração quase pára quando seu computador nãofunciona ou perde algum arquivo importante
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